Se segura no teclado que a bomba finalmente explodiu! Sabe aquele boato insistente sobre o "Classic Plus" que a comunidade de World of Warcraft não parava de soprar no ouvido da Blizzard Entertainment? Pois é, os caras não só ouviram, como decidiram chutar o balde e anunciar o World of Warcraft: Forever. A gente está falando de uma ramificação completamente nova do jogo que reseta o relógio para 2004, mas com um detalhe crucial: não é apenas um museu digital para a gente chorar por nostalgia, mas sim uma linha do tempo alternativa e "bizarra" do que o jogo original poderia ter sido.
O hype aqui é diferente do que vimos no lançamento do Classic original, porque a proposta do World of Warcraft: Forever é expandir o que conhecemos. A ideia é explorar partes de Azeroth que nunca foram contadas durante a progressão original do vanilla, criando histórias inéditas dentro daquela estética clássica que a gente ama. É basicamente a Blizzard admitindo que existem buracos no mapa e narrativas que ficaram esquecidas no limbo do desenvolvimento, e agora eles vão preencher tudo isso com conteúdo fresco para quem não aguenta mais fazer a mesma quest de matar 10 javalis.

Para quem está preocupado com a progressão, a notícia é que o level cap será 60 por um bom tempo, mantendo aquela sensação de conquista difícil que a gente tinha antigamente. O ponto mais forte aqui é que as novidades não serão exclusivas para quem já chegou no nível máximo; o conteúdo novo vai estar espalhado por todos os levels, transformando a jornada de leveling em algo muito menos repetitivo. Teremos três zonas completamente novas e diversas áreas já existentes serão reformuladas para acabar com aqueles espaços vazios e sem sentido do mapa original de 2004, deixando o mundo muito mais denso.
No quesito gameplay, a lista de adições é estupidamente generosa. Estamos falando de nove novas dungeons e duas raids inéditas, o que já dá um fôlego absurdo para quem curte o grind de endgame. Mas o que realmente quebrou a internet foi o anúncio da nova raça: os Skyborne Elves. Ver novos povos chegando nessa fase do jogo é um sopro de vida que a gente não esperava, e isso mostra que a Blizzard quer realmente tratar esse projeto como um jogo vivo e não apenas um relançamento preguiçoso.

Agora, segura esse pitaco: as combinações de raça e classe que apareceram no trailer são simplesmente insanas. Ver um Paladino Forsaken, um Shaman Anão e um Mago Orc é o tipo de coisa que faria qualquer purista de 2004 ter um treco, mas para nós, gamers, isso é ouro puro. Essas combinações abrem um leque de builds e estratégias que nunca foram possíveis, mudando completamente a dinâmica de grupo e a meta de PvP no PC. Se você quer jogar com a melhor performance e evitar que o lag estrague sua raid, recomendo fortemente usar o ExitLag com o cupom CAVERNA para garantir aquele ping baixo e estável.
Essa estratégia da Blizzard lembra muito o que a Jagex fez com o Old School RuneScape. Em vez de congelar o jogo no tempo, eles usaram a versão de 2006 como um trampolim para adicionar conteúdo novo que respeita a essência do antigo. O resultado foi que o OSRS ficou maior do que na sua corrida original, e é exatamente esse o plano para o World of Warcraft: Forever. Claro que existe o risco de diluir a base de jogadores entre três versões oficiais do jogo, mas se tem algum estúdio com grana e estrutura para segurar três forks simultâneos, esse estúdio é a Blizzard Entertainment.

As datas já estão marcadas e não dá para vacilar. O jogo estará disponível para teste na BlizzCon neste final de semana, e o beta abre oficialmente nesta quinta-feira. Para quem não consegue esperar, a data de lançamento final foi confirmada para o dia 4 de novembro. É a chance perfeita para montar aquele grupo de amigos, escolher as novas combinações malucas de classe e tentar dominar Azeroth antes que todo mundo descubra os melhores spots de farm.
Na minha visão, essa é a jogada mais inteligente da Blizzard nos últimos anos. Eles pararam de tentar forçar a barra com sistemas excessivamente complexos no retail e voltaram ao básico, mas com a malícia de quem sabe o que o jogador quer hoje em dia. É um movimento arriscado, mas que tem tudo para dar certo se eles não resolverem nerfar as classes novas logo na primeira semana por medo de desbalancear o jogo.

No fim das contas, o World of Warcraft: Forever parece ser a carta de amor definitiva para quem sente falta daquela era dourada dos MMORPG, mas não tem paciência para jogar um jogo datado e sem novidades. Se a execução for metade do que foi prometido, teremos um renascimento épico de um dos maiores ícones da história dos games. Agora é só baixar o cliente, torcer para a conexão não cair e preparar o inventário para a maior aventura dos últimos tempos.



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