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Onde jogar todos os Grand Theft Auto em 2026: O guia definitivo

Se você é gamer, sabe que o hype para o lançamento de Grand Theft Auto 6 no dia 19 de novembro de 2026 está em níveis estratosféricos. A gente está falando, provavelmente, do maior lançamento de entretenimento de todos os tempos, algo que vai fazer a internet inteira travar. Mas aqui entra a ironia cruel da Rockstar Games: enquanto todo mundo olha para o futuro, a empresa parece ter um ranço inexplicável com o próprio passado, dificultando a vida de quem quer revisitar as raízes da franquia.

Nós aqui da Gamer Elite resolvemos fazer um pente fino para entender onde diabos você consegue jogar cada título da série hoje em dia. A real é que a Rockstar Games tem uma atitude ambivalente, quase negligente, com os jogos mais antigos. Se você acha que basta ir na loja do seu console e baixar tudo, sinto informar que você está redondamente enganado. A série é dividida em três eras: o universo 2D, o universo 3D e o universo HD, e a facilidade de acesso varia drasticamente entre elas.

Imagem Cena de Where to Play Every 1

Para quem quer um caminho mais curto e não quer ter dor de cabeça procurando arquivos em sites obscuros, o serviço de assinatura GTA Plus é a saída mais viável. Por cerca de R$ 44 reais por mês (conversão aproximada de $7.99), você garante acesso a um elenco de clássicos, incluindo Grand Theft Auto 3, Grand Theft Auto: Vice City, Grand Theft Auto: San Andreas, além de Liberty City Stories, Chinatown Wars e, claro, o onipresente Grand Theft Auto 5. É um valor justo para quem quer matar a saudade sem precisar de um museu de consoles em casa.

Agora, se a gente descer para o porão da franquia, no universo 2D, a coisa fica feia. O Grand Theft Auto original de 1997, aquele com visão aérea, basicamente não existe oficialmente hoje. A Rockstar Games chegou a disponibilizá-lo de graça no site deles, mas removeram tudo em 2013. Hoje, o jogo é considerado abandonware. Para rodar isso num PC moderno, você vai precisar de modificações feitas pela comunidade, porque do jeito que veio de fábrica, ele nem abre no Windows atual. Se você tiver um PlayStation 1 ou um Game Boy Color, ainda consegue jogar, mas a experiência no portátil é bem rudimentar.

Imagem Cena de Where to Play Every 2

As expansões da época, como Grand Theft Auto: London 1969 e Grand Theft Auto: London 1961, seguem a mesma sina trágica. O London 1969 era até vendido como um jogo standalone no PlayStation, mas hoje você só consegue acessá-lo via discos antigos ou modificando o código no PC. Já o London 1961 foi lançado como freeware apenas para computadores, tornando-se quase um mito para as novas gerações que só conhecem o mundo aberto em terceira pessoa.

Depois temos o Grand Theft Auto 2, lançado em 1999, que é um caso curioso. O jogo se passa em um futuro distópico que, na época, era o ano de 2013. É aquele tipo de sequência que a galera sente que flopou um pouco em comparação ao primeiro, mas ainda tem seu charme. Novamente, esqueça as lojas oficiais. Se você não tiver um Dreamcast ou um PlayStation, vai ter que apelar para as modificações de comunidade no PC para conseguir rodar essa relíquia.

Imagem Cena de Where to Play Every 3

Quando chegamos na era 3D, as coisas melhoram, mas trazem novas frustrações. O Grand Theft Auto 3, que foi um marco na cultura pop, está disponível através da Grand Theft Auto: The Trilogy — The Definitive Edition. Você encontra essa versão no Android, iOS, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e PC. O problema? O remaster feito pela Grove Street Games foi massacrado na época por bugs bizarros e problemas técnicos que deixaram muita gente puto.

Essa The Definitive Edition tentou dar um tapa no visual de GTA 3, Vice City e San Andreas, mas acabou sacrificando a atmosfera original em troca de texturas genéricas e personagens que parecem feitos de plástico. Para quem é purista, a recomendação é tentar achar as versões originais, mesmo que seja via retrocompatibilidade no Xbox ou usando emuladores no PC. É triste ver que a Rockstar Games prefere empurrar um remaster problemático do que relançar as versões que definiram a indústria.

Imagem Cena de Where to Play Every 4

Olhando para o cenário geral em 2026, fica claro que a preservação dos games na Rockstar Games é quase inexistente. Eles focam todo o investimento no GTA Online e no desenvolvimento do GTA 6, deixando o legado para trás. Se você quer experimentar a evolução da série, prepare-se para gastar um tempo configurando patches de terceiros ou investindo em hardware antigo, porque a conveniência não é a prioridade da empresa.

No fim das contas, a franquia Grand Theft Auto continua sendo a rainha do mundo aberto, mas a jornada para jogar tudo é quase um desafio de hunting de itens raros. Esperamos que, com o lançamento do novo título, a empresa acorde e lance um pacote de 'Legado' decente, sem bugs de remaster barato, para que todos possam ver de onde veio todo esse caos organizado. Enquanto isso, a gente segue no modo sobrevivência, caçando versões modificadas e rezando para que o GTA 6 não venha com microtransações que nerfem a experiência single-player.

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