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O Rei Voltou! Godzilla: Destroy All Monsters Melee Remastered Promete Caos em 2026

Cara, segura a expectativa porque o que parecia um delírio coletivo dos fãs de kaiju finalmente se tornou real. Quem viveu a era do GameCube lembra do estrago que Godzilla: Destroy All Monsters Melee fez lá em 2002, entregando uma das melhores experiências multiplayer daquela geração. Agora, depois de absurdos 24 anos de silêncio absoluto sobre arena brawlers de monstros gigantes, a Pipeworks resolveu tirar a poeira do projeto e trazer o Rei dos Monstros de volta para as telas modernas.

Nós aqui da nossa redação de Notícias acompanhamos a saga e a verdade é que ninguém esperava que isso acontecesse, já que a série estava praticamente morta desde Godzilla: Unleashed em 2007. Mas o hype é real: o jogo chega no dia 3 de novembro de 2026, trazendo gráficos totalmente renovados e aquele sentimento de nostalgia que bate forte, mas com a tecnologia de hoje. É aquele tipo de anúncio que faz a gente questionar por que demoraram tanto para dar esse passo.

Imagem Cena de The Big Godzilla Destroy 1

O papo técnico aqui é bem interessante e mostra que a Pipeworks não quis fazer as coisas do jeito fácil. O jogo original rodava em uma engine proprietária chamada Spigot, e tentar atualizar isso para os padrões de DirectX e consoles atuais seria um pesadelo de engenharia. A sacada de mestre foi criar uma ferramenta capaz de recompilar todos os dados do formato antigo para formatos genéricos, permitindo que eles migrassem todos os assets originais para a Unreal Engine.

Essa transição para a Unreal Engine foi o que realmente deu o sinal verde para a Atari e a Toho fecharem o negócio. Simon Strange, designer sênior do projeto, contou que bastou ver os personagens e as cidades funcionando no novo motor para eles perceberem que tinham um tesouro nas mãos. Não foi apenas um "tapa no visual", mas sim uma reconstrução inteligente que mantém a essência do combate frenético enquanto remove as limitações técnicas de duas décadas atrás.

Imagem Cena de The Big Godzilla Destroy 2

Agora, vamos falar da polêmica do nome: por que chamar de Remastered e não de Remake? A equipe admitiu que foi uma decisão de marketing para facilitar a compreensão do público, já que "remaster" é um termo que todo mundo entende de cara. No entanto, o jogo não é apenas um filtro de resolução; ele traz adições substanciais, como o Mechagodzilla da era Showa jogável, algo que os puristas da franquia estavam implorando há anos.

Mas nem tudo são flores e a Pipeworks acabou cometendo um deslize que vai deixar muita gente puta: o corte do Hedorah, o Monstro da Poluição. Para quem amava o design bizarro e o gameplay único do Smog Monster, isso foi um nerf pesado na lista de personagens. É difícil entender por que tirar um monstro tão icônico de um remaster que se propõe a ser fiel ao original, mas espero que eles revejam isso ou lancem como DLC depois.

Imagem Cena de The Big Godzilla Destroy 3

O jogo vai desembarcar em praticamente tudo que é plataforma moderna, incluindo PC via Steam, PlayStation no PS5, Xbox no Xbox Series X/S e, a surpresa mais aguardada, o Nintendo Switch 2. Ver esse combate de kaijus rodando com a performance da nova geração da Nintendo vai ser um espetáculo à parte, especialmente se mantiverem a fluidez dos combos que tornavam o original tão viciante.

Agora, a parte mais insana: a Pipeworks decidiu lançar o jogo quase na mesma época que GTA 6. Isso é coragem ou suicídio? Lançar um jogo de luta de monstros gigantes contra o maior lançamento da história dos games é um movimento arriscado, mas mostra que eles confiam no nicho apaixonado de Godzilla. Se o jogo entregar a profundidade prometida, ele pode tranquilamente carving seu próprio espaço sem precisar brigar pelo topo da tabela de vendas do Rockstar Games.

Imagem Cena de The Big Godzilla Destroy 4

Para fechar com chave de ouro, existe a possibilidade real de que este seja apenas o começo de uma onda de nostalgia. A equipe mencionou que a tecnologia de migração de assets que criaram abre portas para que Godzilla: Save the Earth e Godzilla: Unleashed também recebam versões remasterizadas. Se isso acontecer, teremos a trilogia completa de brawlers de monstros rodando em 4K e 60fps, o que seria um sonho realizado para qualquer fã de kaijus.

No fim das contas, Godzilla: Destroy All Monsters Melee Remastered parece ser a resposta certa para quem sente falta de jogos de luta que não sejam apenas simuladores de esgrima ou lutas coreografadas. A gente quer ver prédios caindo, cidades sendo devastadas e monstros gigantes se batendo com tudo. É a essência do caos puro que definia o GameCube e que agora volta com a força total da tecnologia atual.

Minha expectativa está alta, mas fico com aquele pé atrás sobre a remoção do Hedorah. Se a Pipeworks conseguir equilibrar a fidelidade ao original com as melhorias de gameplay da Unreal Engine, teremos um hit absoluto. Só espero que a otimização no PC esteja redonda para ninguém ter que sofrer com quedas de frame enquanto solta o sopro atômico.

Preparem seus consoles e seus PCs, porque novembro de 2026 vai ser um mês de destruição total. Se você é fã de Godzilla ou apenas alguém que gosta de ver o mundo pegando fogo com monstros de 100 metros de altura, esse é o jogo que você não pode deixar passar. O Rei voltou para reivindicar seu trono, e desta vez ele veio com gráficos de nova geração.

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Godzilla: Destroy All Monsters Melee Remastered
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Godzilla: Destroy All Monsters Melee Remastered

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