Se você achou que o hype já tinha atingido o limite com o jogo anterior, segura a expectativa porque a Square Enix acabou de soltar a bomba durante a Gamescom Opening Night Live. Nós aqui da Gamer Elite vimos que a espera pelo encerramento da trilogia de remake está chegando ao fim, e o clima é de pura tensão para saber como essa história vai fechar. O título oficial, Final Fantasy 7 Revelation, promete entregar tudo o que a gente espera de um clímax épico, sem economizar na escala das batalhas.
O diretor Naoki Hamaguchi subiu ao palco para confirmar que o lançamento está previsto para o início do ano de 2027. Sim, ainda temos um tempo de espera, mas a promessa é que o polimento esteja absurdo para justificar a demora. O jogo chega para fechar a conta de uma jornada que começou lá em 2020, e a expectativa é que a narrativa entregue respostas para todas as teorias malucas que a comunidade criou sobre a mudança do destino dos personagens.

O grande destaque do novo trailer foi o retorno das Weapons, aqueles chefes opcionais que fazem qualquer jogador suar frio. O Rufus Shinra descreveu essas criaturas como "monstruosidades imensas", e a gente teve vislumbres rápidos de lutas contra Emerald Weapon, Ruby Weapon e a temida Ultima Weapon. O nível de dificuldade parece estar no talo, com mecânicas punitivas, como um limite de tempo de 20 minutos na luta contra o Emerald Weapon caso você não tenha a matéria certa equipada.
Sobre a jogabilidade, o Matt Mercer, que dá voz ao Vincent Valentine, soltou que o sistema de combate foi "perfeiçoado" em Final Fantasy 7 Revelation. A grande dúvida agora é como a Square Enix vai adaptar a rigidez e as regras únicas de cada Weapon para o sistema de combate em tempo real que a gente já conhece. Se eles conseguirem manter a tensão do original sem deixar a luta cansativa, teremos um dos maiores desafios da história dos Notícias de RPGs modernos.

Outro ponto que deixou a galera pilhada foi a confirmação de que Vincent Valentine e Cid finalmente serão membros jogáveis do grupo. O Naoki Hamaguchi admitiu que trabalhar no Cid foi um desafio interessante, já que, no jogo original, o personagem tem aquele jeito meio ranzinza e difícil de lidar. Ver esses dois em ação no campo de batalha deve trazer uma dinâmica nova para as sinergias de ataque e as habilidades combinadas do time.
No quesito exploração, o jogo vai dar liberdade total com o uso da nave Highwind. A proposta é um mundo aberto onde você pilota a aeronave e, quando avistar algo interessante, pode simplesmente pular e usar um paraquedas para descer ao chão, em uma transição fluida que lembra muito a movimentação de Fortnite. Além de revisitar áreas de Remake e Rebirth, teremos a chegada de locais icônicos como Wutai, expandindo ainda mais o mapa.

Uma preocupação constante dos fãs era o chamado "content bloat", aquela sensação de que o jogo tem atividade demais e acaba ficando cansativo, algo que rolou em Final Fantasy 7 Rebirth. O Hamaguchi garantiu que Revelation não seguirá esse caminho e terá um ritmo mais controlado. Ainda assim, o Gold Saucer está de volta, servindo como o hub principal para quem quiser viciar no jogo de cartas Queen's Blood, que virou febre entre os jogadores.
Quanto ao roteiro, a equipe de desenvolvimento deixou claro que não mudou os planos com base no feedback dos players. Eles têm uma visão cristalina do final desde o início e estão seguindo esse trilho à risca. Com todas as reviravoltas que a trilogia apresentou até agora, ninguém sabe se o Cloud e sua turma vão conseguir realmente alterar o destino ou se o destino é uma força impossível de ser combatida.

O jogo será lançado para PlayStation 5, Xbox Series X, Windows PC e, para a surpresa de muitos, o Nintendo Switch 2. É bizarro pensar que teremos esse nível de fidelidade gráfica em um portátil da Nintendo, mas se o hardware novo der conta, será a melhor forma de jogar. Para quem joga no PC, a expectativa é que a otimização esteja melhor que a dos últimos lançamentos da empresa para evitar que o jogo flope no lançamento.
No fim das contas, Final Fantasy 7 Revelation carrega o peso de encerrar uma das franquias mais amadas de todos os tempos. Se a Square Enix entregar a profundidade estratégica das Weapons aliada a um final emocionante, teremos uma obra-prima. Caso contrário, corremos o risco de um encerramento apressado que não faça jus a tudo o que foi construído. Por enquanto, o hype está nas alturas e a gente vai ficar de olho em cada frame de trailer que sair.




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