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CD Projekt finalmente libera arma de corrente em nova expansão de The Witcher 3

Olha, vou falar a real para vocês: tem coisa que demora mais que a chegada do GTA VI, e a vontade da CD Projekt de colocar uma arma de corrente no The Witcher 3 era exatamente assim. A gente sabe que o Geralt é mestre na espada, mas quem leu os livros ou viu a abertura do primeiríssimo jogo de 2007 sabe que aquela corrente de prata é um item icônico que estava fazendo uma falta absurda no gameplay do terceiro título. Agora, com o anúncio da expansão Songs of the Past, a promessa é que esse desejo finalmente saia do papel e chegue nas nossas mãos.

Essa novidade não é apenas um "perfume" para deixar o combate mais bonito; estamos falando de uma mecânica que a galera da CD Projekt tentou implementar desde o desenvolvimento original do jogo, lá atrás. Imagina o nível do hype interno para ter isso funcionando, mas, como acontece muito na indústria, a ambição bateu de frente com a realidade técnica da época. O resultado? O item ficou guardado na gaveta por quase uma década enquanto a gente se contentava com a besta.

Imagem Cena de CD Projekt wanted 1

O Jakob Rokosz, que é o Game Director de Songs of the Past, abriu o jogo e contou que a implementação da corrente era discutida desde o início do The Witcher 3, mas era simplesmente impossível de realizar. Ele não entrou em detalhes técnicos profundos, mas para quem é veterano em Notícias de desenvolvimento, fica claro que o problema estava nas animações e na física do motor gráfico. Fazer uma corrente se mover de forma natural, sem atravessar o cenário ou bugar o modelo do Geralt, é um pesadelo de programação que provavelmente teria flopado se fosse forçado na época.

Felizmente, as coisas mudaram e a tecnologia evoluiu. O Rokosz explicou que, durante o processo de remasterização para as novas gerações, algumas peças do quebra-cabeça finalmente se encaixaram. Foi nesse momento que eles conseguiram resolver os gargalos técnicos e criar algo que parece fluido e natural, entregando finalmente aquela fantasia de combate que a gente esperava desde os livros. É aquele tipo de buff técnico que transforma a experiência de jogo em algo muito mais orgânico.

Imagem Cena de CD Projekt wanted 2

Mas não pensem que colocaram a corrente só porque agora "conseguem". A Despoina Anetaki, Senior Quest Designer, deixou claro que a arma tem um propósito narrativo e estratégico dentro de Songs of the Past. Ela foi projetada especificamente para lidar com novos inimigos chamados \"swarmions\". Basicamente, esses bichos vêm em hordas e a corrente serve como a ferramenta perfeita de controle de grupo, permitindo que o Geralt mantenha a distância e não seja engolido por esse enxame de monstros.

Para quem já está cansado de usar a besta — que, convenhamos, às vezes parece um acessório meio sem graça depois de centenas de horas de jogo — a corrente chega como uma alternativa refrescante. Segundo a equipe, ela funciona de forma similar à besta, permitindo que o jogador reduza a velocidade do tempo para mirar em partes específicas do corpo do inimigo. É aquele tipo de mecânica que dá um gás novo no combate, especialmente se você joga no PC ou nos consoles de nova geração com 60fps.

Imagem Cena de CD Projekt wanted 3

Além do combate, a expansão parece estar focada em dar um fechamento emocional bacana, explorando a amizade entre o Geralt e o Dandelion. Quem teve a chance de ver a arma em ação na Gamescom relatou que a nova região está muito mais viva e detalhada do que as áreas do jogo base. Com a resolução em 4K e o poder do PS5 e Xbox Series X, a fluidez da corrente deve ser um espetáculo visual, tirando aquele aspecto travado que as animações antigas poderiam ter.

No fim das contas, é fascinante ver como a CD Projekt não desistiu de uma ideia que considerava essencial, mesmo que tenha levado anos para que a tecnologia alcançasse a visão criativa. Muitas empresas teriam simplesmente deletado o conceito do documento de design, mas eles persistiram até que a ferramenta estivesse perfeita. Isso mostra que, mesmo em um estúdio gigante, a paixão pelos detalhes ainda vence a pressa dos prazos de entrega.

Imagem Cena de CD Projekt wanted 4

Meu veredito é simples: se você ainda não voltou ao mundo de The Witcher 3 desde o lançamento da Complete Edition na Steam, essa expansão é o motivo perfeito para isso. Ter uma arma que muda a dinâmica de controle de multidões e que ainda respeita o material original dos livros é um acerto gigante. Agora é só torcer para que o lançamento seja polido e a gente não tenha que lidar com bugs bizarros de física na corrente.

Estamos atentos para ver como isso vai impactar a meta de builds do Geralt e se a corrente vai se tornar a arma favorita de todo mundo, deixando a besta definitivamente no esquecimento. Se a promessa de fluidez for cumprida, Songs of the Past pode elevar o patamar de combate de um jogo que já é, por si só, uma obra-prima do gênero RPG.

The Witcher 3: Wild Hunt - Songs of the Past
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The Witcher 3: Wild Hunt - Songs of the Past

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