Notícias

Atualização do DLSS 5 no RTX Spark reduz impacto de desempenho drasticamente

O ecossistema de hardware para computadores em 2026 tem passado por transformações impressionantes, impulsionadas sobretudo pelas inovações contínuas da Nvidia no campo da inteligência artificial aplicada aos gráficos. Com a chegada recente das novas plataformas de mini PCs e laptops focados em arquitetura híbrida, a exemplo do RTX Spark, a expectativa em torno da eficiência energética e do desempenho bruto nunca esteve tão alta entre os entusiastas da tecnologia e jogadores exigentes.

No centro dessa revolução tecnológica está o avanço do DLSS 5, também amplamente conhecido como DLSS Neural Rendering ou DLSS NR, uma tecnologia que promete redefinir a forma como a iluminação e a geometria são processadas em tempo real.

Imagem Oficial 1

No entanto, a implementação inicial dessa tecnologia em títulos de peso gerou controvérsias significativas na comunidade de PC devido ao custo computacional exorbitante, muitas vezes sacrificando mais da metade da taxa de quadros em troca de melhorias visuais discretas durante as partidas.

A principal vitrine oficial para esta tecnologia tem sido o simulador esportivo NBA 2K27, desenvolvido pela Visual Concepts e publicado pela 2K, que recentemente recebeu uma atualização substancial em seu pacote gráfico.

Imagem Oficial 2

Para entender os limites dessa inovação, testamos uma versão preliminar dos arquivos .dll do modelo de outubro diretamente em um equipamento equipado com a arquitetura do RTX Spark, avaliando minuciosamente o comportamento do motor gráfico em resoluções populares como 1080p e 1440p.

De acordo com os dados oficiais fornecidos pela fabricante, o novo modelo de outubro foi projetado para exigir cerca de metade da capacidade de processamento anterior, reduzindo o impacto no desempenho de drásticos 60% para um patamar nominal de aproximadamente 30%.

Imagem Oficial 3

Essa otimização expressiva foi alcançada através de um refinamento profundo nos conjuntos de dados de treinamento e em uma redução no tamanho total do modelo neural, que agora conta com cerca de 118 milhões de parâmetros.

Essa diminuição de aproximadamente 24% no volume estrutural do modelo não apenas alivia o processador central, mas também traz um alívio muito bem-vindo para a memória de vídeo, registrando uma queda de 20% no consumo de VRAM ao rodar títulos pesados em resolução 4K.

Imagem Oficial 4

Para testar a estabilidade dessas melhorias no mundo real, utilizamos a máquina de testes baseada no Asus ProArt P16, explorando as capacidades gráficas avançadas da nova plataforma integrada.

Os resultados obtidos nos testes práticos com o jogo da 2K superaram as expectativas iniciais, demonstrando que a otimização da Nvidia cumpre o que promete no papel. Em resolução de 1080p com as configurações gráficas no talo, o sistema conseguiu manter uma média consistente de 168 quadros por segundo com o novo modelo ativo, contra os 143 quadros registrados pela versão original do algoritmo.

Já na exigente resolução de 1440p, onde o modelo antigo sofria severamente e derrubava o desempenho pela metade — caindo de 200 para modestos 107 quadros —, a nova iteração de outubro elevou a média para aceitáveis 134 quadros por segundo. Embora ainda represente uma queda de cerca de 33% em relação ao jogo totalmente nativo sem o recurso, a melhoria de 25% frente ao modelo anterior mostra que a engenharia de software está avançando na direção correta.

Outro ponto crucial observado durante os testes profundos foi a necessidade de ajustes finos nas configurações do sistema operacional e do próprio jogo para evitar gargalos artificiais de desempenho. Curiosamente, a ativação padrão do VSync em determinados cenários travava a taxa de quadros em 60 FPS, gerando artefatos visuais severos associados à geração de quadros, um problema que foi sanado imediatamente após desativar o recurso e liberar todo o potencial da tela OLED.

Apesar dos avanços técnicos incontestáveis na otimização do modelo neural, permanece o questionamento sobre a real utilidade estética de recursos tão pesados em títulos como o simulador de basquete. Como a maior parte da jogabilidade ocorre com a câmera posicionada em planos abertos e distantes da quadra, as melhorias sutis na iluminação geradas pelo sistema só se tornam verdadeiramente perceptíveis nas dezenas de sequências cinematográficas e cutscenes.

Resta agora aguardar como os desenvolvedores independentes e a comunidade de modificadores utilizarão essas ferramentas otimizadas em uma gama mais ampla de títulos disponíveis em plataformas como a Steam ou o ecossistema Xbox. Com a promessa de menor sobrecarga de hardware, o Neural Rendering deixa de ser uma curiosidade impraticável e passa a se consolidar como uma alternativa viável para futuras gerações de placas de vídeo e computadores compactos.

NBA 2K27
Site Oficial

NBA 2K27

Acesse o site oficial de NBA 2K27 para conferir notícias exclusivas, patch notes, atualizações, mídias oficiais e canais comunitários da desenvolvedora.

🎬 Vídeo Relacionado

💬 Comentários da Comunidade

Carregando comentários...

← Ver todas as matérias
gamerelite:cookie-consent