A galera da indústria dos games sempre nos surpreende com seus gostos pessoais, e com a talentosa dubladora Ashly Burch não é diferente. Conhecida por dar voz a personagens icônicos no PC e nos consoles, ela abriu sua biblioteca da Steam recentemente e deixou claro que sua maior obsessão do momento é o aguardado Slay the Spire 2. Durante um bate-papo descontraído sobre suas jogatinas no Steam Deck, a artista mergulhou fundo no mundo dos roguelikes e aproveitou para soltar o verbo sobre um clichê batido que já encheu o saco de muita gente nos enredos modernos.
Para quem não está por dentro do currículo da atriz, Ashly Burch cravou seu nome na história dos videogames ao interpretar a inesquecível Tiny Tina em Borderlands 2, além de emocionar os fãs como Chloe em Life is Strange e Parvati Holcomb em The Outer Worlds. Mais recentemente, ela assumiu o manto de Aloy na franquia Horizon, da Guerrilla Games, e até brincou com os bastidores da nossa indústria favorita na série de comédia Mythic Quest, transmitida pela Apple TV. É óbvio que, com tanta bagagem artística nas costas, a opinião dela sobre o que rola nos roteiros dos jogos carrega um peso enorme e merece toda a nossa atenção.

O grande papo da vez girou em torno da falta de personalidade genuína em muitos protagonistas atuais. Segundo a nossa querida dubladora, o mercado está absolutamente entupido de protagonistas stoicos, sérios demais e sem graça, que seguem aquela linha de salvadores perfeitos da pátria. Ashly Burch mandou a real sem papas na língua, afirmando categoricamente que quer ver mais personagens problemáticos e cheios de defeitos carismáticos nas telas. Na visão dela, falta aquela rebeldia genuína e aquele toque de caos que torna figuras fictícias muito mais humanas e divertidas de acompanhar, fugindo daquele molde corporativo engessado que parece ter medo de arriscar.
Essa paixão por narrativas diferenciadas e desafios mentais também transparece nos outros títulos que ela consome no dia a dia. Ao mostrar seus jogos prediletos no PC, Ashly Burch comentou sobre sua recente incursão em The Incident at Galley House, admitindo que sofre daquele clássico desespero gamer de acumular pistas demais e ficar totalmente perdida. Ela confessou que reluta no início, mas sempre acaba cedendo à velha e boa mania de pegar papel e caneta para montar um bloco de notas físico, exatamente como fez para decifrar os mistérios complexos de Blue Prince e Lorelei and the Laser Eyes.

A experiência com jogos de dedução é algo que fascina a atriz desde que ela se deparou com obras-primas como Return of the Obra Dinn. Para ela, o gênero evoluiu de uma forma fantástica, abandonando aquela lógica arcaica e frustrante de antigamente, onde a única solução para avançar era apelar para a tentativa e erro mais absurda, como esfregar um frango de borracha em absolutamente todos os cantos do cenário. Hoje em dia, os bons títulos do gênero fazem o jogador se sentir um verdadeiro gênio da investigação ao conectar pistas de forma lógica e gratificante.
Mas voltando ao seu vício atual, Slay the Spire 2 ocupa um espaço sagrado em suas jogatinas rápidas pelo Steam Deck. A continuação do aclamado deckbuilder da Mega Crit mantém a comunidade em polvorosa com mecânicas refinadas, novas cartas e sinergias absurdas que garantem centenas de horas de pura estratégia. Para quem curte otimizar sua jogatina competitiva ou single-player sem sofrer com instabilidades de rede ou lag irritante, a ferramenta ExitLag é indispensável, e você ainda pode garantir um super desconto de 50% no plano anual mais 3 meses bônus utilizando o cupom oficial CAVERNA na hora de assinar.

A franqueza de Ashly Burch ao expor suas preferências nos lembra o quanto os desenvolvedores e artistas que amamos são parecidos com a gente: jogadores apaixonados que buscam experiências desafiadoras, histórias marcantes e, acima de tudo, personagens que fujam do óbvio. Seja quebrando a cabeça em um jogo de mistério ou montando baralhos mortais em Slay the Spire 2, ela continua provando que entende perfeitamente o que faz os videogames serem tão divertidos.
É revigorante ver uma profissional de tanto destaque na indústria levantar a bandeira por narrativas mais ousadas e menos padronizadas. Afinal de contas, o mercado de jogos precisa urgentemente abraçar a diversidade criativa e dar espaço para figuras excêntricas que fogem do padrão corporativo chato, garantindo que nossas jornadas virtuais continuem surpreendentes e cheias de personalidade por muitos anos.




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