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Alien Deathstorm: Rebellion aposta em ação frenética e terror espacial brutal

Cara, a Gamescom 2026 está entregando tudo e eu acabei de colocar as mãos em algo que me deixou genuinamente hypado. Sabe aquele tipo de jogo que você olha o nome e pensa: 'Beleza, eles não estão tentando ser sutis aqui'? Pois é, Alien Deathstorm é exatamente isso. A Rebellion, que a gente já conhece bem por causa de Sniper Elite e Zombie Army, resolveu chutar o balde e entrar a fundo em um cenário de terror espacial que promete ser um verdadeiro moedor de carne.

A premissa é simples, mas eficiente: você é jogado em uma colônia intergaláctica completamente devastada, onde o caos reina e uma tempestade colossal está transformando tudo em um inferno. O objetivo é investigar o que diabos aconteceu naquele posto avançado, salvar quem ainda estiver respirando e, claro, dar o fora dali o mais rápido possível. Só que não é tão fácil assim, porque os aliens são implacáveis e a atmosfera é tão opressiva que você sente o peso do perigo a cada passo dado nessa missão suicida.

Imagem Cena de <strong>Alien Deathstorm</strong> Is the 1

O que mais me chamou a atenção logo de cara foi a mudança de ritmo da Rebellion. Quem jogou os títulos anteriores sabe que a pegada era mais tática, lenta, quase um jogo de paciência. Em Alien Deathstorm, a coisa mudou completamente para um ritmo acelerado e focado em ação visceral. Eu testei a demo usando uma SMG e, olha, mesmo com um recuo bem baixo, a sensação de desintegrar esses aliens bípede e carnudos foi satisfatória demais. É aquele tipo de gameplay de Shooters que não pede licença para acontecer, focando totalmente na adrenalina do combate.

Um ponto fundamental aqui é que o jogo não quer ser maior do que consegue entregar. O produtor Martin Willingham me contou que a campanha final deve durar entre 8 e 10 horas. Para muita gente, isso pode parecer curto, mas considerando que temos sistemas de crafting, upgrades de armas e um design de níveis inspirado em sandbox, eu acho que é melhor um jogo curto e intenso do que um mapa gigante e vazio que acaba flopando por falta de conteúdo relevante. É a filosofia do 'menos é mais', focando na qualidade da experiência.

Imagem Cena de <strong>Alien Deathstorm</strong> Is the 2

Falando em design, a influência de Sniper Elite está presente nos fundamentos, mas a liberdade é muito maior. Esqueça aqueles corredores apertados onde você só tem dois caminhos possíveis; aqui a Rebellion abriu o mapa para que a gente planeje a rota. Tem muita coisa de Atomfall aqui também, especialmente na forma como os objetivos são apresentados. O jogo não te pega pela mão e entrega a resposta mastigada; você precisa investigar o mundo, diagnosticar os problemas da colônia e decidir a melhor maneira de resolver cada pepino.

Outro detalhe que me deixou impressionado foi a inteligência artificial. Durante a demo, eu joguei no estilo 'estoura tudo', indo para cima com tudo o que eu tinha. Descobri que a forma como você aborda as missões altera a reação dos inimigos. Algumas coisas são roteirizadas, como quando reiniciei uma subestação de energia e tive que lutar no escuro para sair, mas outros encontros, como monstros gigantescos que me cercaram, só aconteceram porque eu fui gung-ho demais e fiz muito barulho.

Imagem Cena de <strong>Alien Deathstorm</strong> Is the 3

Se você planeja jogar isso no PC via Steam ou em consoles como PS5 e Xbox Series X, já preparem o psicológico para a tensão. O jogo consegue equilibrar bem a exploração não linear com momentos de pânico puro, onde você percebe que a tempestade lá fora é o menor dos seus problemas comparado ao que está rastejando nos dutos de ventilação. A mistura de upgrades constantes com a necessidade de improvisar no campo de batalha cria um loop de gameplay viciante.

No fim das contas, Alien Deathstorm parece ser a evolução natural da Rebellion tentando expandir seus horizontes. Eles pegaram a base sólida de level design que já dominavam e injetaram uma dose cavalar de ação e liberdade. Não é apenas mais um clone de terror espacial, mas sim um jogo que entende que a diversão está em deixar o jogador experimentar, errar e, ocasionalmente, ser devorado por algo horroroso enquanto tenta consertar um reator nuclear.

Imagem Cena de <strong>Alien Deathstorm</strong> Is the 4

Meu veredito preliminar é que temos um potencial hit nas mãos. Se a empresa conseguir manter essa intensidade e a IA realmente for tão dinâmica quanto pareceu na demo, teremos um dos shooters mais honestos e divertidos dos últimos tempos. Estou atento para ver a versão final e descobrir se a promessa de 10 horas de gameplay será suficiente para matar a vontade de carnificina espacial.

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