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4 Motivos para Acreditar que o Novo Resident Evil é o Melhor Filme de Game  Feito!

Sabe aquele sentimento de puro pavor que a gente sente toda vez que anuncia um filme baseado em videogame? É quase um instinto de sobrevivência, porque a história nos ensinou que a maioria desses projetos costuma flopar miseravelmente ou entregar algo que não tem nada a ver com a obra original. A gente já viu de tudo: roteiros confusos, elencos que não combinam com os personagens e aquela sensação de que o estúdio só queria lucrar em cima do hype sem entender a alma do jogo.

1. Resident Evil (filme)

Resident Evil (filme)

Mas, olha, segura a expectativa porque o novo Resident Evil, dirigido por Zach Cregger e produzido pela Constantin Film e Columbia Pictures, está chegando nos cinemas no dia 18 de setembro e as primeiras impressões estão simplesmente insanas. A gente aqui na nossa redação de Notícias viu que a crítica especializada está em êxtase, com vários veículos ousando dizer que finalmente temos em mãos a melhor adaptação de um game já feita. Agora, vamos com calma, porque a gente sabe que essas primeiras sessões são controladas, mas o volume de elogios é difícil de ignorar.

2. Zach Cregger

Zach Cregger

Um dos pontos que mais chamou a atenção e que a gente considera um movimento de mestre foi a decisão de Zach Cregger de não focar nos personagens icônicos como Leon S. Kennedy ou Claire Redfield. Pode parecer loucura à primeira vista, mas isso evita aquele problema clássico de "esse ator não parece o meu Leon" que destrói qualquer imersão. Ao criar uma história original com Austin Abrams no papel principal, o filme consegue nos colocar na pele de alguém que está descobrindo o horror agora, exatamente como a gente se sente ao dar o primeiro play em um game de survival horror no PC ou consoles.

3. Constantin Film

Constantin Film

Para quem está acompanhando, a Columbia Pictures parece ter dado liberdade criativa para o diretor, o que resultou em algo inventivo e fresco. Ver nomes como IGN e Polygon dando notas altas e chamando a obra de "simples e emocionante" é um sinal verde gigante para quem desistiu de acreditar em filmes de games. A aposta em uma história original dentro do universo já existente parece ser a fórmula mágica para evitar as armadilhas de tentar copiar cada detalhe do gameplay no cinema.

4. Columbia Pictures

Columbia Pictures

Para quem está acompanhando, a Columbia Pictures parece ter dado liberdade criativa para o diretor, o que resultou em algo inventivo e fresco. Ver nomes como IGN e Polygon dando notas altas e chamando a obra de "simples e emocionante" é um sinal verde gigante para quem desistiu de acreditar em filmes de games. A aposta em uma história original dentro do universo já existente parece ser a fórmula mágica para evitar as armadilhas de tentar copiar cada detalhe do gameplay no cinema.

5. Leon S. Kennedy

Leon S. Kennedy

Um dos pontos que mais chamou a atenção e que a gente considera um movimento de mestre foi a decisão de Zach Cregger de não focar nos personagens icônicos como Leon S. Kennedy ou Claire Redfield. Pode parecer loucura à primeira vista, mas isso evita aquele problema clássico de "esse ator não parece o meu Leon" que destrói qualquer imersão.

6. Claire Redfield

Claire Redfield

Um dos pontos que mais chamou a atenção e que a gente considera um movimento de mestre foi a decisão de Zach Cregger de não focar nos personagens icônicos como Leon S. Kennedy ou Claire Redfield. Pode parecer loucura à primeira vista, mas isso evita aquele problema clássico de "esse ator não parece o meu Leon" que destrói qualquer imersão.

7. Austin Abrams

Austin Abrams

Ao criar uma história original com Austin Abrams no papel principal, o filme consegue nos colocar na pele de alguém que está descobrindo o horror agora, exatamente como a gente se sente ao dar o primeiro play em um game de survival horror no PC ou consoles.

8. PC

PC

Ao criar uma história original com Austin Abrams no papel principal, o filme consegue nos colocar na pele de alguém que está descobrindo o horror agora, exatamente como a gente se sente ao dar o primeiro play em um game de survival horror no PC ou consoles.

9. IGN

IGN

Ver nomes como IGN e Polygon dando notas altas e chamando a obra de "simples e emocionante" é um sinal verde gigante para quem desistiu de acreditar em filmes de games.

10. Polygon

Polygon

Ver nomes como IGN e Polygon dando notas altas e chamando a obra de "simples e emocionante" é um sinal verde gigante para quem desistiu de acreditar em filmes de games.

Não adianta só colocar zumbis na tela e chamar de Resident Evil; o negócio é transmitir a sensação de desespero. Segundo as críticas que analisamos, o filme consegue traduzir perfeitamente a experiência de "luta ou fuga" que é a marca registrada da franquia. A narrativa não tenta ser um épico de ação genérico, mas sim focar no pior pesadelo da vida do protagonista em uma única noite, mantendo a tensão lá no alto e fazendo o público sentir a mesma claustrofobia que a gente sente ao explorar os corredores da mansão ou as ruas de Raccoon City em um PC potente.

Outro fator crucial é a duração do filme, que bate a marca de apenas 90 minutos. Em uma era onde todo filme de franquia quer ter três horas de duração e acaba ficando inchado e chato, Zach Cregger entregou algo "enxuto e agressivo". Esse ritmo acelerado impede que a história se perca em diálogos expositivos inúteis e mantém a adrenalina pulsando, entregando homenagens inteligentes ao material de origem sem precisar de longas explicações para quem não conhece os jogos.

O toque pessoal do diretor elevou o nível da produção. O filme é descrito como uma mistura perfeita de nojo, sustos e aquele humor ácido que a gente adora. É quase como se fosse um filme B de altíssimo orçamento, que não tem medo de ser grotesco e visceral. Essa abordagem respeita o espírito "dementado" da série Resident Evil, fugindo daquele visual limpo e artificial de muitos filmes modernos e mergulhando de cabeça no horror corporal que faz a gente torcer os dedos para não ver o que está atrás da porta.

Claro que a gente precisa manter um pé atrás, porque a indústria do cinema adora inflar o hype antes do lançamento para garantir a bilheteria do primeiro final de semana. Ainda assim, quando várias fontes concordam que o filme consegue ser assustador e engraçado ao mesmo tempo, fica difícil não ficar animado. Se metade do que foi dito nas críticas for verdade, estamos diante de um marco que pode abrir portas para que outras franquias parem de tentar fazer "serviços por contrato" e comecem a fazer cinema de verdade.

No fim das contas, o sucesso de Resident Evil pode depender de como os fãs mais hardcore vão reagir à ausência dos personagens principais, mas a tendência é que a qualidade técnica e a atmosfera

Resident Evil
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